domingo, 18 de dezembro de 2011

[REVIEW] 1x01- Pilot

Postado por Admin às 22:24

Essa postagem contém um alto nível de Spoiler! Ainda não assistiu o episódio? Recomendo não continuar lendo.

Leia o REVIEW do episódio UM da PRIMEIRA temporada de American Horror Story (Pilot)

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Mas lembre-se de que essa notícia contém Spoilers! Continue por conta própria.

A série criada por Ryan Murphy (Glee e Nip/Tuck) e Brad Falchuck (Glee) teve um piloto insosso, faltou o “elemento X” da receita que sempre me fez me apaixonar pelas outras séries dos criadores. A série fala sobre a família Harmon, que acaba de se mudar para uma belíssima casa, que (surpresa!) descobrimos ser mal-assombrada, cheia de monstros, fantasmas, velhinhas assustadoras e garotinhas com Síndrome de Down que deveriam botar medo em todo mundo. A série foi vendida como um terror psicológico sexual, e sem duvidas vimos bastante disse em cena, porém, pelo que era vendido ela deveria chocar, aterrorizar e dar um lindo tapa na face da sociedade...

Acontece que, a série não te dá medo, não te assusta ou mesmo te deixa tenso em NENHUM momento do piloto, em seguinte, a série não tem nenhum momento de humor negro ou de qualquer outro tipo, ela não tem um romance que te faça torcer e desejar que um casal fique junto, nenhum dos personagens é realmente carismático, além de toda a confusão temporal que mexeu com minha cabeça. Primeiro de tudo, a cena inicial foi super arrastada, depois da quenguíssima diva vestida de torta de limão avisar que os gêmeos atentados que faziam cosplay do icônico Dennis, O pimentinha, a coisa ficou chata... Muito chata, até a fatal morte de ambos os gêmeos podia jurar que havia demorado vinte minutos e imagine minha surpresa de que não havia durado cinco!?

Mas a história começa mesmo quando Vivien Harmon (interpretada pela eterna Tami Taylor de Friday Night Lights) encontra o marido Ben Harmon (Dylan McDermott de Dark Blue) na maior sacanagem com uma de suas estudantes, após a clichê cena de “OMG Tem um assaltante na minha casa, devo pegar essa faca e ir atras dele, afinal, a calibre 32 que ele tem nunca vai dar conta dessa faca afiadíssima!” E... Vai sonhando... Isso claro após uma cena incrível onde descobrimos que nossa mocinha, além de já não ser tão mocinha assim, teve um aborto e não quis usar o Novo renew por ser uma pessoa mega ~Natural~ e não querer rejuvenescer 10 anos.

Após isso eles decidem ir junto da filha, uma personagem muito original com todo seu ar blasé e depressivo, para a casa maligna e megaevil grande protagonista desta história de horror americana, claro que logo dão de cara com o fantasma de Martha Hubber, que diz para eles que os antigos proprietários se mataram (Aham, senta lá Cláudia) e por isso a casa estava tão baratinha, obviamente eles decidem comprar. Novamente me pergunto, sério, qual o problema dessas pessoas? Eu não aguento... Se alguém fala que 500 pessoas morreram na casa que você pretende comprar, corra! Corra criança, o mais rápido que conseguir, corra até suas pernas sangrarem e seus olhos afundarem devido ao atrito do vento. Porque se você não morrer, seus amigos, familiares, cachorros e o carteiro avulso irão e acredite, você não vai querer viver depois disso.


Não acompanhei muito as noticias sobre a série, então adivinhem minha alegria ao ver Frances Conroy no elenco? Qualquer seriador conhece essa incrível atriz de alguma série, já que ela esteve em todas, e não importa o quão ruim seja a série ou episódio em que ela aparece, ela sempre da um show e isso é impossível negar. Sem duvidas esse foi um dos poucos elementos que me deixou intrigado na série, vista como uma velhinha por todos mas pelo patriarca da família é quase que uma coelhinha safada saída da Playboy. Por falar em patriarca, o personagem não me agradou tanto, assim como as cenas de nudez, que estava ali somente para que o “sexual” da descrição e logo na primeira cena já imaginei que Titio Murphy ficou feliz com o teste do sofá.

O piloto foi fraco e cansativo, mas vejo futuro na série, confesso que fiquei interessado e vou ver mais episódios, só espero que eles decidam dar mais foco em seus coadjuvantes que são bem interessantes, e não fiquem simplesmente jogando e jogando mistérios e nunca mais resolvê-los..."

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